Desejo-lhe paciência com risos
Um passarinho pra cantar
Com assas inteiras e livres
Sem cortes.
Desejo-lhe o amor infindo, brando e real
Que pulsa, sacode e de novo faz sorrir
Sangue estancado liberto, liberto.
Desejo-lhe sonhos doces e às vezes frios
Hora a realidade tem que fazer parte do ser
Do visto e sentido em prantos.
Desejo-lhe uma cama elástica
Sempre gostei deste certo utensilio pulante
E pule, pule, pule.
Desejo-lhe presença de pessoas boas e quentes
E braços para abraçar
De um esmagamento carinhoso e com todo vigor.
Desejo-lhe coragem
Enfrente barracos e castelos
A mentira ou verdade
De consciência limpa
É melhor um “tentei” do que “desisti”.
Desejo-lhe a lerdeza e mansidão
Quem foi que disse que calmaria não faz bem?
Capitalismo burro e cruel.
Desejo-lhe, desejo-lhe, desejo-lhe...
Desejo-lhe vontade.
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