- Oi eu, como estás?
- Estou estranhamente estranha, sendo assim, normal.
- Hmmmm...
- Dooooois! Enfim, dias tem se sucedido bem por uns sentidos e mal para outros.
- Como assim?
- Não cabe explicar aqui. Eu suporto, eu sei. Creio eu. Às vezes eu apenas finjo que não existe. Difícil é fingir quando é dado o primeiro passo para o lado de dentro do portão.
- Entendo! E sobre os versos?
- Tenho um versinho que fiz sobre Minas, outro estranho que fiz ontem, mas tô com preguiça de passar para PC. Minha escrita tem estado fraca, não sei o que acontece.
- Ando meio fraca também. De um verso torto. Não torto por si só, mas de feiura, entende?
- É assim mesmo comigo!
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