sexta-feira, 8 de julho de 2011
O que fui
[Música do blog pausa lá embaixo]
Perto do que eu era
Perto de tudo que fui e senti
Agradeço a Deus imensamente pela minha vigoração.
Que se voltar escuridão
Que ela não dure mais que um dia.
Se a dor ultrapassar os limites da sensação
Que eu não pense mais em por um fim.
Em tudo aquilo. Tudo aquilo. Eu.
Não. Não. Não.
Minha psique espantada
Medo, medo, medo...
De pessoas e solidão.
Isso tudo foi eu
Infelizmente fui eu.
Ao ponto de isolamento, silêncio, apuro, massacre, indignação.
Disseram-me que junto com sol viria solução
Depois de várias tentativas enfim acreditei.
Calei, pensei, conclui.
Não deixo incompreensão
Se deixo, que passe, que passe.
E de novo me revigoro de pó.
Pois entendi
Está só não é está só.
Tenho tudo quilo que chamam de vontade
Vontade a cada amanhecer
Ponha-se fé.
Infinitamente grata
Acredito que o caos deixei na contramão.
E se de novo eu tiver recaídas
Que não dure mais que um dia,
Pois dias melhores vieram/virão.
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