terça-feira, 17 de maio de 2011

Perguntas ao tempo

Ah! Tempo...
Como tu me mudaste!
Mudaste meu jeito
Minha voz
Minha personalidade.
Fico recordando o passando
Parando o presente
E lembrando o quanto já sofri,
O quanto já sorri.
Tantas bobagens
Quantas falas e frases,
Aquela vontade inocente de criança
Com um individualismo mesclado de coletiva esperança.
Vejo minha vivencia como se fossem pecinhas de montagem
Minhas fases tolerantes
Com auges de egoísmo selvagem.
E as paixonites agudas?
Daquelas que por amor aprendi e sofri
Quantas tolices vividas
Pensando bem, inda existem aquelas que me fazem sorri.
Quem nunca se apaixonou pelo melhor amigo?
Quem nunca prevaleceu um gosto antigo?
Minhas ações mais imorais
Como deixar de estudar para escrever o que sentia
Ou como agir sem sentido por causa da nostalgia.
E as amizades ganhadas e perdidas?
Aquelas que tu me levaste
Aquelas que tu me trouxeste,
Ações me ensinaram a lidar com ganhos e perdas
Aquelas que em minha mente tu sempre solfejas.
E os problemas?
Aqueles que me atormentaram e sei que ainda atormentarão
O que seria de mim,
Se não fossem meus ataques de emoção?
Ah tempo...
Tu que me mudas, que me ensinas
Não ignoras minha emoção,
Dai-me mais um pouco de chance para entender quem sou
Sem desgraçar meu coração.
19/10/09

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