Eu não preciso provar para o mundo
Eu não preciso provar para o mundo o meu amor por ele.
Não preciso agir em prol de olhos que não olham mais nos meus
Não preciso provar que sou melhor
Não preciso anunciar posse nem coração
Amor que é amor não é medido e nem comprado, é sentido e só.
Meu amor é amor que ama de braços abertos, que confia e segura
Mas não segura porque alguém quer ir embora
Segura porque já parece parte que te faz um.
Sou exagerada, mas também tranquila
Sou estranha, mas sei fingir normalidade
Sou louca, mas posso ser séria
Sou pacífica, mas não pise só meu calo, pois eu grito.
Sim, eu apenas grito, nunca fui de revidar com a mesma moeda.
As coisas se revelam com o tempo
Não preciso declarar felicidade esnobe
Não preciso agir como se o mundo em minha volta não errasse
Não preciso o tomar para mim de supetão
Amor não se toma, é doado.
Como disse, as coisas se revelam com o tempo
Amor que é amor não precisa de fogos, enfeites ou velas.
Meu amor é simples, mas é grande
Do tamanho que me cabe no coração dele.
Porque amor é isso, é tamanho que lhe é presenteado.
Amor é coisa que se sente independente se outros torcem contra ou a favor
Estive exposta ao primeiro empecilho sério, a agonia, incomodo, oração.
Qual seria então minha responsabilidade?
Peço calmaria e sabedoria a Deus
Que meus pesadelos não passem mais que pesadelos.
Por favor, olhe moça, peço novamente, cuida-te e repeita
Pois o amo absurdamente.
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