Conforta-me os dias de chuva
Quando logo após vem o entardecer
Como a natura amenização de conflitos e perturbações
Como deixar de sofrer.
Mas também me animam os dias de sol
Aqueles que acomodam o frio
Tosando a sensação do congelar e entorpecer.
Do frio, do quente, do quase solver.
A melancolia gravada no peito quase se cala,
“É um quase forçar”
Um quase propósito esquecimento.
E da angústia dos meus sentimentos
Da constante inconstância do tentar entender
Do frio, do quente, do quase solver.
Se suspira e sufoca
Se meu peito tosa
Se minhas mãos escorrem pela prática nervosa
Simplesmente calo e espero chover.
Da chuva me agrada mansamente
O jeito, o cheiro, o toque, a curva sem curva da cor
Uma tarde com chuva é o melhor remédio
Para Pausar a dor.
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