Era noite de louvor
Ela nervos à flor da pele
Ele gentileza.
Foi bonito, aos poquinhos.
As muralhas foi raspando, ganhando confiança e amizade.
Ele a queria bem mesmo que frustrasse suas vontades
Ele a queria bem.
Foi furando as muralhas, confiança se faz e fica tudo tão mais claro.
A loucura dela o escolheu
Mas a sensatez também.
Os exageros, os versos, as risadas, as canções.
O carinho, o respeito, a espera, a semelhança
Mas o incomun também, porque parte que completa não é parte identica.
É contentamento, é alegria, é cumplicidade e admiração não só da pessoa que se ver e deduz
Mas da pessoa que ele é.
E como não amar?
Como não o amar?
Muralhas ao chão.
Te dou meu carinho, minha vontade, a calmaria e o colo.
Sem medo amor
Te dou meu coração.

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