Quando quiser olhar, olhe nos olhos
Se não, não olhe
Ou desvie por vergonha e sinta.
Quando quiser abraçar, abrace com vontade
Ao pondo de sentir quando a alma pactua
E mesmo se não sentir sinceridade
Prove, prove a tua.
Gera-se pelo menos o mínimo de sinceridade alheia
Pois não tem como fugir
Sinceridade gera sinceridade.
Mas se não quiser, não procure
Talvez não haja nada pior do que o toque sem vontade
Qual o sentido? Não vejo!
Não falo apenas do palpável
Falo da verdade até sem exatidão.
Ao abraçar tente ser o ultimo a tirar os braços
Mostra afeição, isso se tiver vontade é claro.
E mesmo se não houver retribuição, arrisque
No início poderá doer
Mas quem sabe a felicidade esteja num futuro bem próximo, bem próximo.
Aos sorrisos curtos e longos
Existem aqueles por educação
Como o simples gesto de alongar a distancia entra as extremidades dos lábios
E este sorriso tente tosar
Sorrisos sem vontade entristecem a alma e não faz bem.
Sorria com vontade entende?
Com vontade!
E das palavras
Aquelas que foram escondidas por medo
Da não aceitação
Da não retribuição
Do não sentir.
Esta tu não toses, porque também não fará bem
Por um tempo aguentarás
Mas horas a vontade será tanta
Que ao respirar não vai sentir.
E aí será tarde de mais.
E das amizades
Por que temer?
A companhia talvez faça bem
Mesmo que tenha acostumado a andar só
As coisas e tu estão sempre sujeitas a mudanças. Sempre!
Aos poucos se aprende a mudar
Por um bem maior, entende?
E eu tento...
Catarina J.
Fuçando por aqui e por alí caí num site sobre a Sophie. Então, já conseguiu baixar o álbum dela? Se não, me manda um e-mail que eu te passo.
ResponderExcluiragnaldojpa@gmail.com
=]
Vamos 'espalhar' essa 'inglesinha' por aí!
Não, não consegui, só achei uma música dela pra baixar. Quando quero ouví-la eu vou no myspace. =/
ResponderExcluir\0/ eeehh q feliz, onde tu achaste?