Era uma tarde de sol. Não. Era uma noite de lua. Ah, chega dessa frescura. Foi assim...Quando tinha cerca de 13 anos, eu acho, estava voltando do karatê de carona com meu pai, quando passando ali por uma rua, vi um carrinho de churros e pedi. – Pai, Pai! Compra um churros pra mim?
- Não, tu vais jantar ainda!
- Por favor, por favor, por favor?
Depois de pedir por um tempo ele deixou e eu com meu modelito branco, a roupa do karatê é toda branca(kimono), desço do carro toda feliz cantando, êhhh... churros, churros.. shuashu.. ¬¬ Tá eu não tava tão feliz assim. Rs Só que de repente a felicidade encerra, o primeiro passo fora do carro e meu pé direito afunta. Não lembro minha reação, só lembro que doeu. Afundo meu lado direito até a coxa, era um buraco e como eu não vi? Tinha um papelão em cima. Meu pai tinha que parar justo ali, tinha? Gggrr.. E o pior, eu fiquei engatada. Era em frente de uma loja e tinham muitas pessoas na rua e eu ali no chão morrendo de vergonha. Nasce uma roda de pessoas em volta de mim e um homem me puxa.
- Você está bem? Está bem?
- Tô, tô sim!
Saí com metade da minha perna toda preta de uma coisa que não soube identificar. Eu estava viva, mas tinha um problema, minha sandália ficou dentro do bueiro, e eu, eu ligava pra sandália? Não, só pensava em ir embora daquele lugar o mais rápido possível, com todas aquelas pessoas me olhando se coubesse o resto do meu corpo dentro daquele buraco eu tinha acabado de me enterrar. Rs
Vem outro homem e pega minha sandália. Agradeço, vou embora com uma sandália nojenta, minha roupa metade branca e metade preta de uma coisa não identificada, alguns hematomas e sem o meu churros. Perdi até a fome! ¬¬
Jamille Catarina
Muiiiiiiiiito boa!!! rsrsrsrs
ResponderExcluirhsuahsu.. =D
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